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outubro 16, 2016

2 Filmes com a Nicki Minaj

A mulata do Hap não arrasa apenas nas rimas, mais também nas telinhas. Eu não sabia até pouco tempo que a Minaj era atriz, até ver o trailer do filme “Um Salão do Barulho 3” Eu adorava o primeiro filme dessa sequencia lá de 2004 com a linda Queen Latifah, foi uma das comédias que marcaram minha infância, e acabei ficando com saudades, foi quando descobri que já tinha o três, e adivinha o nome que estava lá na lista do elenco, Nicki Minaj. E é obvio que eu fui correndo assistir. Mas antes, a Nick estreou no cinema em 2014 com o papel de secretaria em outra longa de comédia, “Mulheres ao Ataque”, ao lado de Cameron Diaz. Eu tirei um dia pra assistir essas duas comédias (que a proposito são muito boas), já fazia um tempo que eu não via um filme do gênero. E gostei tanto que vim compartilhar com vocês, para os fãs da rapper e para os fãs de comédia. Mulheres ao Ataque tem tudo para agradar as feministas e os machistas ao mesmo tempo, tratando a traição como um recomeço e a amizade como uma base da vida, o filme é super bacana e vale mais do que á pena assistí-lo! Espero que gostem. Kiss kiss! 
P.S: Há, eu já ia me esquecendo, o filme Mulheres ao ataque também conta com a presença do Nikolaj Coster-Waldau, lindo e malvado Jaime Lannister de Game of Thrones. E prestem bastante atenção às músicas que vão tocar durante o longa, é muito possível que vocês acabem botando novas músicas na playlist de vocês! No finalzinho toca Royals (da Lorde). 
Um Salão do Barulho 3: Dez anos se passaram após a última ida a barbearia de Calvin (Ice Cube). Seus amigos de longa data, como Eddie (Cedric the Entertainer) e J.D. (Anthony Anderson) continuam os mesmos. O dono de uma barbearia teve de unir seu negócio com um salão de cabeleireiras para continuar aberto. No entanto, uma onda de violência começa a tomar conta do bairro, fazendo com que os moradores se juntem novamente para salvar a comunidade. 
Mulheres ao Ataque: Quando Carly (Cameron Diaz) descobre que seu namorado, Mark (Nikolaj Coster-Waldau), é casado com outra mulher, Kate (Leslie Mann), as duas se unem contra ele em nome da vingança. Uma estranha amizade começa a nascer entre elas, mas a situação fica ainda pior quando elas descobrem que uma terceira mulher está envolvida, a jovem Amber (Kate Upton). Logo, a terceira pretendente se une ao grupo, para dar uma lição no marido infiel.

setembro 27, 2016

Resenha: Como eu Era antes de Você (O Filme)

"Ei, Clark. Conte alguma coisa boa."

Provavelmente você já ouviu falar nesse filme super fofo. Ele é maravilhoso, não tenho palavras pra dizer o quanto eu amei. O filme, baseado no best-seller da escritora Jojo Moyes, que estreou no dia 6 de junho desse ano. E com certeza você já sabe quem é o protagonista do filme né! Você já reparou que Sam Claflin tem um poder especial? Ele consegue derreter nossos corações sempre, em qualquer filme, com qualquer papel, seja um estudante meio coxinha, um pirata ou um tetraplégico. Fala sério, a escala de fofura dele é ao extremo. O elenco tá incrível além do Sam, tem também Emilia Clarke (lembra da  Daenerys Targaryen de Game of Thrnoes? ), há, e o Matthew Lewis (O neville longbottom de Harry Potter). E os looks da Lou são tão, tão, mas tão legais, e o filme ainda se passa me um castelo. Ha e sem esquecer da trilha sonora que é do Ed Sheeran. Já se apaixonou? Não? Então vem comigo... Hehehe.
Sinopse: Rico e bem sucedido, Will (Sam Claflin) leva uma vida repleta de conquistas, viagens e esportes radicais até ser atingido por uma moto, ao atravessar a rua em um dia chuvoso. O acidente o torna tetraplégico, obrigando-o a permanecer em uma cadeira de rodas. A situação o torna depressivo e extremamente cínico, para a preocupação de seus pais (Janet McTeer e Charles Dance). É neste contexto que Louisa Clark (Emilia Clarke) é contratada para cuidar de Will. De origem modesta, com dificuldades financeiras e sem grandes aspirações na vida, ela faz o possível para melhorar o estado de espírito de Will e, aos poucos, acaba se envolvendo com ele.
“Como eu era antes de você” conta a história de Louisa Clarck, uma garçonete de 26 anos, que mora com os pais e namora o mesmo cara há sete anos, e está acomodada na vida. Acomodada em tudo: em seu emprego que não tem futuro, mas ela gosta de conversar com os clientes, e é cômodo. Em seu relacionamento, que não faz seu coração bater mais forte, que não se identifica mais pela pessoa que se apaixonou, mas é cômodo. Em viver em um quarto apertado numa casa cheia, por que é cômodo. Tudo muda quando o café que Louisa trabalha é fechado, e ela tem que procurar outro emprego. Depois de muitas buscas e tentativas, ela percebe que não está qualificada para fazer nada e sua única habilidade se resume a: saber lidar com pessoas.
Foi assim que Lou virou cuidadora assistente de Will Traynor, um tetraplégico amargurado que aos 35 anos, se via numa situação complicada, e não pelo caso de seu estado de cuidados extremos, mas por se encontrar desiludido e mal-humorado com a vida e as pessoas ao seu redor. Will tem um humor ácido. É amargo e deprimido. Ele sempre foi muito disposto, porém depois do acidente, perdeu tudo que havia adquirido: seu emprego, sua namorada e suas aventuras. Antes de conhecer Lou, Will tinha tentado se matar e na vã tentativa fez os pais prometerem que o levariam para a Suíça para a Dignitas para que ele morresse como desejava, e para isso ele deu um prazo de 6 meses. Eutanásia é um assunto polêmico e incomodativo. Lou teria 6 meses para fazer Will se apaixonar novamente pela vida. Ela teria 6 meses para salvá-lo da morte. É muito comovente, ver o desenvolver lento do envolvimento de Lou e Will. Duas vidas que não pareciam ter a menor possibilidade de se cruzarem, mas aconteceu. E não foi em vão. Cada um interferiu na vida do outro como tinha de interferir. Louisa não aceita a decisão de Will, e parte em uma missão que será a luta de sua vida, em busca de algo que o prenda a dele. Apesar de torcer ardentemente por Louisa durante todo o filme, entendi a posição de Will, independente do aspecto religioso da questão. Resolvi abordar o desejo de Will através do aspecto puramente objetivo, e me questionar: A quem pertence à vida? E, se a qualidade de vida interferiria em minhas decisões sobre continuar ou não vivendo. Pensei em várias personalidades que por um motivo ou outro perderam a capacidade de controle sobre seus corpos. O que me fez questionar a inteligência e a capacidade de aceitação de uma nova maneira de viver de Will. Principalmente, por ele ser jovem demais para ter tanta certeza de não haver mais nenhuma razão para viver.
Esse filme te faz questionar os valores da vida e como você se sente ingrato diversas vezes ao longo dessa caminhada só por não suportar seus pequenos problemas. Esse livro não esconde as dificuldades e a verdade de um tetraplégico embelezando com uma história de amor. Sim, há uma linda história de amor, mas acima de tudo há uma história de amizade e como às vezes é impossível superar alguns desafios. Como às vezes a esperança não basta, apenas a realidade. Acho que amar os outros pode ser mais fácil do que ser amado. Afinal, é egoísmo saber o que é melhor pra você, mesmo sabendo que isso causará sofrimento para as pessoas que ama? E o pior, mesmo sabendo que isso também pode ser o melhor para elas? Não consigo enxergar o Will de outra maneira além de um personagem fortíssimo.
Eu simplesmente me apaixonei pela história de Will Traynor e Louisa Clark. Como eu era antes de você é uma linda história de amor, não daqueles tipos de clichês que vemos por aí, em que os mocinhos se apaixonam à primeira vista e salvam e transformam suas vidas, com um lindo final feliz. Não! Na verdade ela é envolvente, é cruel, é comovente e muito, muito impactante. Eu fiquei verdadeiramente destruída. E encantada! Simplesmente amei Como eu era antes de você.

"Viva intensamente. Apenas viva".

setembro 25, 2016

FMA é o Álbum Incrível da Grace Sewell


Oi, oi pessoal. Hoje eu descobri mais um álbum incrível através de Spotify, (eu tô apaixonada por esse app). Eu tava de bobeira procurando a playlist lançamentos, e acabei encontrando um álbum de uma cantora chamada Grace, gostei da capa e fui escutar, e gente, eu simplesmente A-M-E. O nome dela é Grace Sewell, ela é cantora e compositora australiana de 18 anos. Ficou conhecida pela música "You Don't Own Me", que foi uma das minhas preferidas, inclusive foi a primeira que eu ouvir dela, é um cover da canção de Lesley Gore lançada em 1963. E tem mais, essa música foi utilizada para divulgar a série de TV australiana Love Child, em campanhas natalinas da House of Fraser no Reino Unido, e na trilha sonora do filme Esquadrão Suicida. Show! Ai em Baixo tá a playlist do albo completo dela, é só dar o play e escutar.
You Don't Own Me foi o single do seu álbum de estreia, e apareceu entre os dez postos do Spotify na tabela de maiores virais, e na primeira colocação da tabela australiana. Gace se apresentou pela primeira vez para o Dropout Live UK, cantando um cover de "Do It Like a Dude" de Jessie J. A menina tem uma voz estrondosa, me lembrou muito a Meghan Trainor, é tipo uma mistura de Meghan com Kelly Clarkson, ela tem um estilo meio "irritada sex", o seu som tem uma pegada Hip hop soul, pop e blue-eyed soul.
Seu álbum de estreia foi lançado dia 1 de julho e se chama FMA. Os Singles do disco são: "You Don't Own Me / Não Pertenço a você" e "Hell of a Girl / Inferno de Uma Menina" (que são os meus preferidos). A o primeiro falar sobre uma mulher independente que só quer ser ela mesma, e o segundo fala de um termino de namoro. "(Dormi a noite toda pela primeira vez em meses, eu finalmente estou onde quero estar e todos os meus sonhos estão se realizando. Então, qual é a sensação de saber que você estragou tudo?)". E os outros singles são "Boyfriend Jeans" e "Dirty Harry". Eu adorei o álbum inteiro, as musicas são lindas e resultou em um álbum incrível.

setembro 05, 2016

Tendencia: Body Chain

Você sabe o que significa body chain? Eu te digo: é corrente de corpo. O acessório, que está super alta em no momento, é uma espécie de colar, mas que é cruzado nas costas e na barriga. Ele já está fazendo sucesso há algum tempo, e agora, com várias top bloggers curtindo o verão europeu usando o acessório, a tendência está ainda mais forte. A tendência que tem rendido olhares e comentários no mundo da moda durante todo o verão. Celebridades como Vanessa Hudgens, Jennifer Lopez, Rihanna e Beyoncé já apostaram no acessório também. O uso do “acessório mais cool do ano” segundo as blogueiras não é restrito as composições praianas, podendo ser usados em looks para o dia a dia, para a balada e até mesmo no trabalho. A Body chain e a Leg chain conferem sensualidade e, no caso da body chain, uma silhueta mais alongada. A inspiração da tendência Body chain vem diretamente da Índia e foi adaptada às passarelas por estilistas como Alexander Wang e Givenchy. A boa noticia é que não é necessário apostar no acessório apenas com biquíni, a tendência agrega o acessório em produções em diversos looks. Não é uma tendência tão difícil de seguir, e Já existem versões do body chain para os ombros e para as pernas, assim como modelos que dão destaque as costas. Apesar de ser um item diferente do que estamos acostumadas, o body chain não é difícil de usar e combinar com o nosso estilo pessoal. É um acessório que pode ser usado de diversas maneiras: por cima das roupas, por baixo aparecendo no decote, ou na praia para complementar o biquíni. Achei esse acessório uma graça. Super delicado, sexy, Charmoso e sensual, mas sem ser vulgar. Acho que usaria fácil com camisetinha básica ou um vestido soltinho. O colar de corpo dá um toque em um look super básico. Não é uma tendência tão difícil de seguir, principalmente quando a roupa é mais simples e escura – o que dá um destaque legal às correntes transformando uma blusinha preta com jeans em um look super antenado e fashion. Você pode tentar fazer em casa, no Youtube têm vários tutoriais! Ou comprar, o preço pode ser um pouco caro em lojas como Forever 21, AZbelle ou Enjoei. Mas dar pra encontrar por preços mais em conta no  Ali Express.

agosto 31, 2016

Tô apaixonada pelo Spotify

Oi, oi pessoal. No pôster anterior eu apresentei pra vocês dois programas sensacionais para assistir filmes e series de graça, sabe, tipo o Netflix. E nesse eu vou apresentar um app de musicas que provavelmente você conhece ou já ouviu falar, o incrível Spotify. A gente sabe que existem vários streamings legais de música por aí: Grooveshark, Soundcloud, Deezer, Rdio e muitos outros. Mas, sem dúvida, as ferramentas do Spotify saem na frente de todos. Eu só vim conhecer o app apenas esse ano, porque meu antigo celular não era digital. Ele é um app bem famoso no exterior, mas só chegou aqui no Brasil em 2014 e já conquistou o coração de muita gente, inclusive o meu, é claro. Ele foi lançado oficialmente em outubro de 2008, entre gigantes como o iTunes e Pandora, mas plataforma sueca se destaca pelo acesso gratuito do usuário. Diferente de outras ferramentas de streaming de áudio, o cardápio de músicas do Spotify é aberto ao público sem limites ou custos adicionais. Basta apenas uma conta para acessar. Nele é possível montar suas playlists, compartilhar faixas e se deliciar com horas de música gratuita. Sem ter que precisar baixá-las e encher a memória do meu celular só com músicas. A única "inconveniência" são as propagandas que aparecem aleatoriamente no meio das faixas. Mais isso sai de letra, já que as propagandas são bem rapidinhas. O programa é leve (o download tem apenas 2,5mb) e tem uma interface simples e linda (que lembra bastante o visual do iTunes). O Spotify ainda conta com alguns recursos interessantes, como a capacidade de criar uma playlist com suas músicas favoritas, além de mostrar a capa do álbum da música que você está escutando no momento, e a popularidade da música entre os usuários do programa. Dar pra você conhecer um monte de musicas novas pelas playlist que ele disponibiliza, e ainda dar pra você criar quantas playlist você quiser. Se você se conectar ao app com sua conta do Facebook ou Twitter, dar pra você ouvir oque os seus amigos estão escutando em tempo real. Tudo que você ouve no aplicativo aparece para as pessoas que te seguem. Mas, se você usar o recurso de ter uma sessão particular, nenhum stalker vai saber o que você está ouvindo. Caso você tenha sincronizado com o Facebook. Ele tem em seu banco mais de 30 milhões de músicas. Há, ele também economiza do gasto da memoria da sua bateria (o que já vale por tudo). Se você tem o app do Spotify em seu computador, dar pra usa-lo como reprodutor das músicas existentes em suas pastas. Isso dispensa o uso de outro aplicativo para ouvi-las. Ele não é simplesmente um app de música, ele tem vários diferenciais, além de ter um acervo de músicas gigante você pode ouvir online e off-line, funciona como um aluguel de músicas, se você quiser ouvir conectado na internet ele é free, já se você quiser ouvir off-line, as músicas ficam armazenadas no seu celular e você não precisa de internet para ouvir nessa versão, ela custa 14,90, e você pode utilizar por 30 dias de teste, caso não goste pode cancelar sem pagar nada, legal né?. Mas a principal vantagem é poder adicionar música a hora que você quiser, sem ter que sincronizar pelo itunes. Outra coisa super legal é a forma de encontrar novas bandas, as músicas mais tocadas no mundo todo, (metade das musicas que eu descobri e viciei total, foi graças ao Spotify), além de você receber alertas com dicas de músicas que você pode gostar (de acordo com seu gosto musical). Uau! É tantas possibilidades que não tem espaço pra você não querer baixa-lo também. Eu tô super amando esse app.
Você pode fazer o download agora no seu Smartphone e clicar aqui e fazer o Download no seu PC. Espero que tenham gostado das dicas e que vocês se divirtam bastante com ele. Beijão e até a próxima meus amores!

agosto 19, 2016

Os 7 Melhores Filmes Biográficos.

Esses últimos dias eu tenho liberado vários pôster com dicas incríeis de filmes, espero que vocês não fiquem chatiados porque agora vai mais um pôster. Eu amo filmes, e tô sempre assistindo algum seja antigo ou novo, e gosto de sempre vir compartilhar com vocês quando a história é boa. Por isso estamos qui mais uma vez pra trazer mais dicas. Existem um milhão de biografias incríveis que ao longo do tempo vem sendo adaptadas para os cinemas. O legal? Além de um passatempo ótimo que é assistir, a gente aprende muita coisa sobre o passado, seja sobre a revolução, moda, história, cultura, arte, ou uma simples história de amor. Sim, os filmes pode nos ensinar muita coisa, e é essa a aposta pra hoje. Eu separei meus 7 filmes biográficos preferidos e vim compartilhar com vocês. É claro que tem bem mais do que isso, mais algumas produções são mito antigas, outras são histórias que não gostei muito. Então eu escolhi apenas o que eu realmente curto, e indico pra vocês. Espero que gostem. Vocês podem sentir falta de alguns filmes como o da Coco Chanel ou de Maria Antonieta. Eu não coloquei eles na lista de hoje porque já tem outra lista de filmes com eles que eu liberei aqui no blog, então não quero ficar repetindo os mesmos filmes nos pôsteres. Então se você quer conhecer os três melhores filmes sobre histórias de princesas reais (clique aqui). Ou se você é apaixonado por moda quer ver os melhores filmes sobre o tema (clique aqui). São histórias ótima.
Sete Dias com Marilyn: Falecida há 50 anos, Marilyn Monroe permanece até hoje no imaginário de muitos cinéfilos. Em 15 anos de profissão, ela trabalhou em aproximadamente 30 filmes. Em 1957, procurando ser mais respeitada como atriz, viajou para a Inglaterra para trabalhar com o cultuado Laurence Olivier em O Príncipe Encantado. É justamente este período na vida da estrela que é abordado em Sete Dias com Marilyn. 
Embora esteja distante de ser uma obra-prima, o filme é bem interessante e cumpre seu papel de resgatar tal momento na vida de Monroe. O grande mérito para isso foi a escolha de Michelle Williams para incorporar a personagem. O tipo físico discreto e sua forte veia dramática fizeram com que muitos desconfiassem da atriz, com alguns chegando a apontar que Scarlett Johansson seria uma escolha bem melhor. Quem pensou assim, certamente mudará de ideia após conferir a produção, uma vez que Williams entrega uma Marilyn graciosa e cativante, fazendo com que os espectadores se apaixonem por ela ao mesmo tempo que o personagem Colin Clark, vivido pelo jovem Eddie Redmayne.
Grandes Olhos: A história real por trás de Grandes Olhos é extraordinária. Margaret D. H. Keane se divorcia de seu primeiro marido e se muda para São Francisco onde conhece Walter. Este se encanta pela pintora que retratava crianças com olhos exageradamente grandes e rapidamente a pede em casamento. Aos poucos, com o talento de Margaret para pintura e o marketing pessoal de Walter, os quadros das crianças se tornam um sucesso. Mas todos parecem acreditar que é Walter o verdadeiro pintor. Ele constrói uma carreira em cima dessa mentira e vai deixando Margaret cada vez mais perto de surtar. É curioso que esta trama tenha sido filmada por Tim Burton, autor de grandes obras fantásticas como Alice no País das Maravilhas, A Fantástica Fábrica de Chocolate e Edward Mãos de Tesoura. Após uma série de produções mal-sucedidas, ele decidiu se arriscar em um drama simples e naturalista. A intenção é boa, e muitos cineastas conseguiram retomar rumos mais criativos após fugirem de seus estilos habituais.
A Teoria de Tudo: Todos já ouviram falar de Stephen Hawking. Em A Teoria de Tudo, o filme nos mostra o cientista ainda jovem, que acaba condenado à cadeira de rodas por pura obra do acaso. Ainda assim ele é genial e desenvolve, com base em erros, sua teoria sobre buracos negros. Apesar de Hawking passar a maior parte do tempo mudo, Eddie Redmayne soube atuar de forma incrível com seus trejeitos e expressões. O filme é recheado de licença poética, o que pode fazê-lo parecer uma comédia romântica.
Sniper Americano: O filme conta a historia de Chris Kyle, considerado o sniper mais letal dos Estados Unidos. Pois é, o filme é foda. Não dá pra negar que ele era bom no que fazia, mas você pode ver esse filme por duas óticas: a primeira, que conta a história de um herói de guerra condecorado que, possivelmente, definiu o rumo de diversas operações. Se visto com um pouco mais de crítica, a segunda visão é bem menos gloriosa. Ela diz respeito ao lado que vem depois da guerra, a dificuldade de voltar pra casa de corpo e alma. Aos poucos, o atirador se torna obsessivo com seu dever, o que acaba sendo prejudicial para Chris e quem estava ao seu redor, na família ou mesmo no pelotão.
O Pianista: Um filme triste sobre a segunda guerra na Alemanha Nazista. Esse período está cheio de histórias trágicas! Władysław Szpilman é um pianista judeu que trabalha numa rádio da Varsóvia. Durante a segunda guerra ele foge para o Reino Unido na esperança de que a guerra não se prolongue demais, porém se percebe cada vez mais enganado.
127 Horas: Interpretado por James Franco, Aaron Ralston era um alpinista que ficou preso pelo braço em uma pedra e, sem nenhuma chance de resgate, amputou o próprio braço para sobreviver. E você se achava o foda não é? O desenvolvimento do filme se dá a partir disso e te deixa tenso. Não dá pra contar qualquer coisa além disso. O resto do filme é só sentir.
O Jogo da Imitação: Alan Turing liderou uma equipe da inteligência britânica durante a segunda guerra. O objetivo desse grupo? Decodificar as mensagens interceptadas da Alemanha Nazista. Tais mensagens eram codificadas com a máquina Enigma, que se atualizava a cada 24 horas. A história é narrada por Turing durante um interrogatório e alternada com cenas da sua infância mostrando sua grande inteligência prodigiosa e como acabou por se interessar pela criptografia.

agosto 16, 2016

Top 5: 5 Músicas FODA que conheci através do Spotify


Gente eu sou muito viciada no Spotify, aposto que todo mundo já conhece o app, inclusive eu já fiz um pôster aqui no blog sobre ele. O queridinho dos apaixonados por musica. O tá no topo dos melhores aplicativos de musicas, e a melhor parte é que ele é grátis, isso mesmo, sem precisar gastar nem um centavinho você pode curti todas as novidades, e um monte de playlist incrível. É claro que com todo app grátis, tem também o Premium que você paga por mês e usar sem precisar estar conectado na net. Mais eu me contendo com o grátis. Em fim, como eu estava falando, eu estou muito, mais muito viciada no Spotify,  o mais legal e que tem atualizações de musicas novas o tempo todo, então dar pra ficar por dentro de quem lançou oque. E nesse vira e mexe no app eu acabei conhecendo uns hits que virou meu chiclete nessas ultimas semana, e por isso que eu estou aqui hoje. Vim compartilhar com vocês as música mais legais que eu descobrir pelo Spotify, algumas são bem antiguinhas mais são boas.